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A tartaruga e o elefante

 


         Em uma bela floresta e nas manhãs de todos os dias, principalmente quando ensolarados, muitos bichos passeavam. A tartaruga e o elefante sempre se encontravam porque moravam perto e tinham os mesmos horários e hábitos. O elefante sempre dava “bom dia” pra tartaruga que, sempre cansada e seu caminhar lerdo, não podia acompanhar o elefante em seu passeio. Um belo dia, a tartaruga pediu ao elefante para carregá-la, pois assim poderiam passear juntos. O elefante, depois de pensar um pouco de como faria para carregar sua vizinha sem riscos de machucá-la, concordou e, ao se abaixar para que a tartaruga pudesse subir no seu dorso, caiu de lado.        

         Impossibilitado de se levantar devido ao seu peso, ficou preocupado e pediu socorro. A tartaruga, coitada, sentindo-se culpada e nervosa com a situação, saiu em busca de socorro, mas não encontrava nenhum outro bicho nas proximidades que pudesse ajudá-la. Finalmente, duas horas depois, encontrou-se com uma zebra que se prontificou procurar mais bichos para ajudar a levantar o elefante. A bicharada, de pronto, atendeu aos apelos da zebra e correram para o local onde estava o elefante e fizeram várias tentativas de tentar colocá-lo em pé, mas em vão. A tartaruga, então, teve uma ideia: a de pedir a algum amigo mais veloz correr ao acampamento para relatar a ocorrência ao zelador da floresta. A lebre aceitou a tarefa e imediatamente saiu correndo para cumprir sua missão. Chegando ao acampamento, a lebre relatou o fato ao zelador que, prontamente, chamou a ambulância e o Corpo de Bombeiros. A lebre pegou “carona” em uma das viaturas e rapidamente viajaram para o local do acidente. Após os procedimentos de rotina para a situação, os bombeiros finalmente levantaram o elefante. Felizmente, os médicos veterinários da ambulância, ao examinarem o elefante, não constataram nenhum ferimento grave.

         O elefante, cansado, mas refeito do susto e feliz por sair ileso do acidente, lembrou-se que o leão tinha convidado os bichos da redondeza para comemorarem o seu aniversário. Todos foram pra sua “toca” e, assim reunidos, cantaram parabéns. O apagar velas, a comilança de um gigante bolo e abraços fraternais encerram esta história.

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Enquanto isso na comunidade seresteira de Conservatória:

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